Archive for junho, 2009

Steven Pinker fala sobre linguagem e pensamento

O TED.com é um site que abriga palestras de mentes brilhantes de todas as partes do mundo. Como a maior parte do conteúdo está em língua inglesa, surgiu um projeto voluntário de tradução de seu conteúdo. Comecei a contribuir traduzindo a palestra de Pinker disponível abaixo, que fala sobre como a linguagem pode ser tanto um reflexo do que somos como uma janela que explique como funcionamos. A solidariedade digital é um fenômeno interessante e tende a beneficiar além dos outros, ao próprio voluntário, no longo prazo, onde todos terão acesso a várias palestras traduzidas para várias línguas. Até o momento, o projeto conta com uma “equipe” de tradutores voluntários de mais de 200 membros. O endereço é o www.ted.com.

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17/06/2009 at 6:32 pm Deixe um comentário

Dan Dennett, filósofo da mente, fala sobre a consciência

Dan Dennett é filósofo da mente e cientista. Dentre os dois grandes grupos que existem quanto ao problema da mente e da consciência (dualistas e monistas), ele pertence ao segundo. Defende a visão materialista de que a consciência emerge de um cérebro construído através do processo evolutivo darwiniano. Esta maneira de pensar entra em choque direto com a visão dualista, que prega uma divisão entre a consciência e o corpo. Como contraponto a Dennett, pode-se citar um grande defensor do dualismo, o também filósofo da mente, John Searle. Em breve irei postar vídeos de Searle, a fim de equilibrar os pontos de vista.

No vídeo abaixo, Dennett mostra experiências que desafiam nossa consciência.

10/06/2009 at 2:12 am Deixe um comentário

Respeito, por favor

Respeito?!

06/06/2009 at 8:43 pm Deixe um comentário

Boris Berezovsky, virtuose

Há alguns meses, esbarrei em vídeos dos Estudos de Execução Transcedental de Liszt. O pianista chamava a atenção pela clareza, precisão e agilidade com que tocava. Tratava-se de Bóris Berezovsky. O vídeo que vi faz parte de um DVD onde ele toca o ciclo dos Estudos, ininterruptos, ao vivo. Berezovsky sua em bicas e não é para menos, visto o esforço necessário para a execução do que se considerar o que há de mais difícil tecnicamente em termos de execução pianística. Não haja relação direta entre dificuldade e qualidade. Claro que não. Mas há algo de escopofílico em assistir a um virtuose executando obras dificílimas. O vídeo, na ocasião, foi o de número 8, Wilde Stagd,

e a marcação de andamento na partitura diz Presto furioso e pode ter certeza de que é isso que Berezovsky entrega aos ouvintes.

Há inúmeras outras gravações de Berezovsky dignas de nota. Suas gravações dos estudos de Chopin juntamente com os arranjos Godowsky estão também disponíveis no youtube, para a nossa felicidade. Ver o arranjo de Godowsky do Estudo Revolucionário (Opus 10, número 12) é de assombrar qualquer um:

Destaco primeiramente Estudos por serem de caráter mais técnico e permitirem a rápida observação do virtuosismo de Berezovsky, mas isso não significa que não haja lirismo como contraponto de uma técnica monstruosa. Pelo contrário. Há um arranjo do próprio pianista para a famosa peça orquestral de Modest Mussorgsky (Uma noite no Monte Calvário) que é simplesmente assombrosa. A tarefa de reduzir do excesso de recursos que uma orquestra possui para as limitações timbrísticas e físicas (afinal, são apenas 10 dedos e há um limite de distância entre eles, obviamente) de um piano é das mais difíceis e o resultado que ele consegue é, incrível.

Por final deixo a gravação mais lírica que encontrei no youtube. Berezovsky toca o Rach 2 (aqui apenas o segundo movimento, mas há tudo por lá, busquem!).

05/06/2009 at 5:54 pm Deixe um comentário


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